terça-feira, 21 de agosto de 2012

Os medos do ARTHUR

Arthur é um menino grandão, enorme pra idade dele eu diria.
Bem maior que seu Gêmeo Gabriel. Mas é o bebe da casa.

Tem medo de várias coisas, chega a ser engraçado.

Tem medo de barulho de moto, fogos, chuva forte e trovão.
Quando acaba a luz então, chora que só...Mesmo quando achamos a lanterna.

Tem medo do irmão quando grita com ele e Gabriel descobriu isso e grita com ele quando quer as coisas.

Tem medo do homem aranha, lobo mal, mas adora ouvir as histórias...

Tem medo de cinema, o som alto o incomoda muito.

Tem medo de cortar cabelo, cortar as unhas...

Tem medo de ficar sozinho, de buscar as coisas no quarto dele sozinho, temos sempre que ir com ele.

Ano que vem, quando tiverem com 03 anos irão pra escola e acredito que vai melhorar, pois ele está precisando aprender a se virar...Aí serão novas etapas com seus desafios.

Bjs.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Amídalas, operar ou não???

Gabriel desde 01 ano e meio foi diagnosticado com amídalas grandes e adenóides tb. Mas o Otorrino disse que só poderíamos operá-lo após 03 anos, antes disso, só operam se foi uma criança muito doentinha, que vive com garganta inflamada, no antibiótico, etc, mas não é o caso do Gabriel.
As amídalas dele atrapalham muito a respiração, ele se engasga dormindo, ronca, tem apnéias, é bem complicado a noite de sono dele. Parece que não descansa muito bem. É um empecilho mecânico, sabe? Elas, por serem grandes, tapam a passagem do ar, dificultam a descida dos alimentos, etc.
Piorou a partir de 01 ano e 1/2. Ele tb vomita a toa e não consegue engolir pedaços de carnes muito grandes.

Agora que ele está com 2 anos e 1/2 sinto ele melhor, principalmente pra dormir. A Pediatra deles me falou que as vezes nem precisará operar, pois conforme a criança vai crescendo, as amídalas, vão ficando menores, proporcionalmente ao tamanho da criança.

Mas o que mais me incomoda é o crescimento dele comparado ao Arthur.

Ele é mais baixo que o Arthur e muito mais magro. Mais de 03 Kg de diferença, apesar de comerem as mesmas coisas e quase as mesmas quantidades.

Ele nasceu menor mesmo, mas com o passar do tempo a diferença foi só aumentando e não consigo achar isso tão normal, como tenta me convencer a pediatra, que adoro e confio, mas...Algo me diz que as amídalas estão atrapalhando o crescimento e o ganho de peso do meu Gabriel.

O Otorrino que o avaliou quer vê-lo aos 03 anos, vou levá-lo em outro médico especialista e muito bom nessa área no Rio de Janeiro.

Detesto pensar que terei que operá-lo, morro de medo, mas acho que esse será o caminho.

Vcs tiveram alguma experiência nesse sentido?
Alguma mãe com experiência de filho que operou e se desenvolveu bem mais?

Me contem...Além de me ajudarem, poderemos esclarecer outras pessoas que estejam passando pelo mesmo problema.

Muito obrigada!!!


terça-feira, 15 de maio de 2012

Os pais também precisam de férias!?!

Pois é, desde que os meninos nasceram nunca viajamos sem eles.

Aí começou a dar saudade de ficarmos um pouco a sós por uns dias. Curtimos um ao outro, sem pressa, nem crianças por perto. Rrrrssss.

Começamos no final do ano passado a planejar a tal viagem, quanto tempo ficaríamos, roteiro, etc.
Decidimos ir aos EU: Miami e Orlando. Fomos em 03 casais sem filhos. E ainda aproveitamos pra renovar o guarda roupa das crianças. Bom demais!

Ficamos 08 dias lá.

E é super possível.

Comecei uma semana antes da viagem a falar disso com eles.
Explicando que mamãe e papai viajariam, mas logo voltaríamos pra casa e perguntei o que eles queriam de presente, pois eu compraria presentes lá...E assim foi.
Todo dia tocava um pouquinho nesse assunto e tenho certeza que entenderam.

Nos primeiros dias ficamos todos tão enlouquecidos e eufóricos com os passeios que nem pensamos nas crianças, só nos parques mesmo que não tem como não pensar (Não vejo a hora deles crescerem um pouquinho pra levarmos eles na Disney, é demais!)

Só Gabriel quis falar comigo pelo telefone quando ligávamos (1 x ao dia). Arthur não quis falar, mas é assim mesmo, nem fiquei grilada.

Mas depois de uns 04/05 dias a saudade começa a apertar.
Remédio bom pra isso é um roteiro bem intenso, pra não dar tempo de ficarmos ociosos, pois é aí que vem a saudade.
Como "batíamos perna" o dia todo e chegávamos tarde e mortos de cansados no hotel, foi fácil, pois os dias passaram muito rápido.

É importante saber que as crianças ficarão bem, com uma boa infra estrutura e uma boa equipe de retaguarda.
Deixei a despensa carregada de compras e o moço do hortifruti avisado caso precisassem de alguma coisa ele entregaria em casa e depois acertaria qdo chegássemos, mas nem precisou.

Graças a Deus temos "anjos" em casa que podemos contar para ficar com os nossos filhos.
Fora os amigos maravilhosos que sempre dão uma super força e estão prontos para ajudar em qq situação. Vários vieram visitá-los durante a nossa ausência e as crianças adoraram. OBRIGADA A TODOS!!!

Deu tudo certo.

Optamos por deixar os meninos em casa mesmo e as pessoas que ajudaram diretamente, fora as babás, vieram pra cá. Assim eles sentem menos, estão na casa deles, no seu ambiente, fica melhor.

Chegamos ontem e a festa foi completa!

Os meninos enlouquecidos quando nos viram, os dois pularam no meu colo. Foi difícil levantar do chão e pediram logo os presentes. Tive logo que achar o Wood e o Buzz do Toy Story.
Foi uma agarração só, estão em cima de mim até hoje, mas me enchendo de beijinhos e abraços. Uma delícia!

Saldo: É bom demais pro casal, que precisa estar feliz pra criar crianças felizes e pra eles que aprendem a valorizar papai e mamãe.

Recomendo a todos.